FABULAÇÃO E CONFABULAÇÃO A situação em que a pessoa afirma ter feito algo que realmente não fez pode ter diferentes nomes, dependendo do contexto e da intenção por trás da afirmação. Algumas terminologias comuns são: 1. Fabulação: Definição: Descrever eventos imaginários como se fossem reais, geralmente sem intenção de enganar. Exemplo: Uma pessoa com demência pode contar histórias detalhadas sobre eventos que nunca aconteceram, acreditando que são verdadeiras. 2. Mentira: Definição: Afirmação falsa feita com a intenção de enganar ou manipular. Exemplo: Uma pessoa pode mentir sobre ter feito algo para evitar punição ou obter alguma vantagem. 3. Confabulação: Definição: Preenchimento de lacunas na memória com informações inventadas, geralmente de forma inconsciente. Exemplo: Uma pessoa com demência pode não se lembrar de ter feito algo e, para compensar a falha de memória, cria uma história falsa sobre o que aconteceu. 4. Pseudologia fantástica: Definição: Mentira patológica,...
Visão Geral sobre TDAH e TPAC TDAH e TPAC são condições distintas com sinais semelhantes, mas requerem avaliações específicas para diagnóstico preciso e intervenções adequadas. Definição e Sintomas do TDAH O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por desatenção, hiperatividade e impulsividade, que podem prejudicar o funcionamento em diferentes contextos. • Sintomas de desatenção incluem dificuldade de manter foco, erros por descuido, esquecimento de atividades e perda de objetos. • Sintomas de hiperatividade e impulsividade envolvem inquietação, falar excessivamente, agir sem pensar e dificuldade em esperar a vez. • Os sintomas precisam ser frequentes, duradouros e impactar a vida diária. • Não está relacionado à inteligência ou à má educação. • Base neurobiológica envolve diferenças no córtex pré-frontal, circuitos de dopamina e fatores genéticos. • Diagnóstico é clínico, com avaliação de comportamento, histórico e uso de escalas padronizadas. Características...
A Abordagem Centrada na Pessoa e o Trauma de Subjugação A Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), desenvolvida por Carl Rogers, oferece um caminho muito eficaz e empático para ajudar indivíduos que sofreram com experiências de intimidação ou subjugação. Em vez de focar no "problema" ou no "diagnóstico", a ACP concentra-se no indivíduo como um todo, em suas potencialidades e em sua capacidade inata de crescimento e autorrealização. Isso é crucial para quem teve sua autonomia e valor diminuídos por traumas. Como a ACP Ajuda Pessoas Vitimadas A essência da ACP se baseia em três pilares fundamentais que facilitam a recuperação e o bem-estar dessas pessoas: EMPATIA: O que é: O terapeuta se esforça para compreender profundamente o mundo interno do cliente, vendo a situação pelos olhos dele, sem julgamento. Para alguém que foi subjugado, ser verdadeiramente compreendido é um alívio imenso. Como ajuda: Pessoas que sofreram intimidação muitas vezes sentem que suas emoções e ...
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