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Mostrando postagens de Setembro, 2013

SINAL DE ALERTA

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  O pânico. O Pânico é nitidamente diferente de outros tipos de ansiedade. Caracteriza-se por crises súbitas, sem causas aparentementes e frequentemente pode ser incapacitante.- Depois de ter uma crise de pânico, por exemplo, enquanto conduz, ou enquanto está a fazendo compras numa loja com a presença de muitas pessoas. Pode acontecer também dentro de um elevador. A pessoa pode desenvolver medos irracionais destas situações e começar a evitá-las. Gradualmente, o nível de ansiedade e o medo de uma nova crise podem atingir proporções tais, que a pessoa pode tornar-se incapaz de conduzir ou mesmo sair de casa. Por isso, a perturbação de pânico pode ter um impacto muito grande na nossa vida diária, podendo nos causar muitos problemas a menos que receba tratamento eficaz. E Agorafobia. É muito comum ouvir-se falar sobre os ataques de pânico, porém não é comum ouvirmos sobre a agorafobia. O impacto deste mal na qualidade de vida pode ser muito desgastante. Os sintom

O MAL DO SÉCULO.

A depressão constitui hoje em um problema grave de Saúde Pública devido ao elevado número de pessoas atingidas. Vivemos hoje uma condição que nos é imposta pela situação social atual muito perversa isto aliado aos valores da nossa sociedade (aumento do individualismo e competição) são fatores extremamente depressivos. Houve uma época em que a neurose estava na “moda”, hoje   certamente esta “moda” é a depressão. Portanto, se está triste sem causa aparente, perdeu a energia ou o interesse por atividades que antes eram prazerosas, está na hora de começar a pensar em procurar ajuda. Porque os maiores desafios são aqueles que impomos a nós mesmos, desafie-se a mudar… a forma como se sente hoje não é forma como tem que se sentir amanhã! O homem e a depressão. A depressão não é um sinal de fraqueza emocional ou falta de masculinidade. É uma condição de saúde que apesar de em muitos casos ser grave é tratável. Este mal afeta milhões de homens de todas as idades e origens, em to

QUANDO A MEDICAÇÃO PODE SER BENÉFICA.

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No exercício da atividade psicoterápica, muitas vezes nos depararmos com o questionamento sobre a escolha entre medicação e psicoterapia. Não são raros os casos onde a escolha pode ser pela utilização de ambas. A medicação visa sempre restabelecer um equilíbrio no nosso corpo, que pode beneficiar a psicoterapia. t Quando temos dores e tomamos analgésicos, a finalidade é aliviar o sintoma e não a causa. Se não corrermos atrás da causa da dor, estaremos sempre recorrendo a essa medicação.  No campo da psicologia, podemos fazer um paralelo: se a pessoa se encontra deprimido/a, a medicação pode ser um bom estabilizador, mas, a situação que causou a depressão não é alterada com a medicação. As causas são variadas: dificuldade no relacionamento interpessoal, pensamentos negativos, demasiada concentração nos problemas alheios e não nos nossos, dificuldade em perceber e estabelecer limites perante os outros ou fraco controle de impulsos. A medicação pode ser importante sim para con

ABORDAGEM CENTRADA NA PESSOA.

A Abordagem Centrada na Pessoa é uma abordagem das relações interpessoais desenvolvida pelo psicólogo americano Carl Rogers (1902-1987), um dos mais renomados psicólogos do século XX e um pioneiro na pesquisa científica em psicoterapia. O pressuposto fundamental da Abordagem Centrada na Pessoa é que em todo indivíduo existe uma tendência à atualização, uma tendência inerente ao organismo para crescer, desenvolver e atualizar suas potencialidades numa direção positiva e construtiva. Com vários anos experiência clínica e com base em diversos resultados de pesquisa, Rogers formulou a hipótese de que esta tendência à atualização é promovida em uma relação interpessoal permeada das atitudes de empatia, consideração positiva incondicional e congruência: Empatia é a atitude de tentar se colocar no lugar da outra pessoa e tentar "ver com os olhos dela". É compreender a pessoa a partir do quadro de referência dela. Para isto, é necessário deixar de lado nossos próprios pontos de v