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Mostrando postagens de Outubro, 2020

Verdades e fantasias sobre as vacinas a toque de caixa!

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Afinal, dá para pegar COVID pelo ar? O que dizem os cientistas e, agora, o CDC

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  Desde o início da pandemia da COVID-19, pesquisadores e cientistas discutem de quais formas o novo coronavírus (SARS-CoV2) pode ser transmitido. Agora, parece haver o consenso de que esse agente infeccioso pode, realmente, contaminar pessoas saudáveis através das vias áreas. Em outras palavras, ele pode se propagar pelo ar, como a tuberculose, sarampo e catapora, mesmo que essa não seja sua principal forma de transmissão. Diante desse risco, as chances de se contrair COVID-19 são muito maiores em ambientes fechados do que ao ar livre, como em um parque. O novo consenso que está sendo discutido há meses sobre o coronavírus deve afetar, diretamente, as políticas públicas e medidas para contenção de contágio. Ainda em julho, a  Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertava sobre essa possibilidade , por exemplo. Pesuqisadores apontam que o coronavírus pode ser transmitido pelo ar, como a tuberculose (Imagem: Reprodução/ Kjpargeter/ Freepik. “Esse vírus é liberado em aerossóis que perma

Tudo sobre a vitamina D com o Dr. Cícero Coimbra

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QUANDO A CASA DOS AVÓS SE FECHA 🏠

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  Bento Ribeiro   Acho que um dos momentos mais tristes da nossa vida é quando a porta da casa dos avós se fecha para sempre, ou seja, quando essa porta se fecha, encerramos os encontros com todos os membros da família, que em ocasiões especiais quando se reúnem, exaltam os sobrenomes, como se fosse uma família real, e, sempre carregados pelo amor dos avós, como uma bandeira, eles (os avós) são culpados e cúmplices de tudo. . Quando fechamos a casa dos avós, também terminamos as tardes felizes com tios, primos, netos, sobrinhos, pais, irmãos e até recém-casados que se apaixonam pelo ambiente que ali se respira. Não precisa nem sair de casa, estar na casa dos avós é o que toda família precisa para ser feliz. As reuniões de Natal, regadas com o cheiro a tinta fresca, que cada ano que chegam, pensamos “...e se essa for a última vez”? É difícil aceitar que isso tenha um prazo, que um dia tudo ficará coberto de poeira e o riso será uma lembrança longínqua de tempos talvez melhores. . O ano

Cruzada contra a pandemia do medo.

 ANDEM DE MÁSCARA SE ISSO VOS FIZER SENTIR MAIS SEGUROS E MANTENHAM O DISTANCIAMENTO SOCIAL E FAMILIAR QUE ENTENDEREM, MAS VOLTEM A VIVER AS VOSSAS VIDAS PORQUE SENÃO, UM DIA, PODERÃO JÁ NÃO TER TEMPO. Após o reinício gradual da minha atividade assistencial normal, tenho vindo a deparar-me com situações catastróficas que têm ocorrido, à porta fechada, nos mais variados lares portugueses. O medo (sempre o medo), paralisou as pessoas. Deixaram de raciocinar, pensar pelas suas cabeças, estão completamente desorientadas. Ontem, encontrei alguém na rua que me disse: «foi criminoso o que nos fizeram» e, não podendo concordar mais com esta afirmação, decidi que tinha de fazer alguma coisa. Não podemos continuar assim. Os idosos, que lentamente retomam as suas consultas, idosos válidos antes do início da pandemia, mal se mexem, pois nesta espera de dois meses, em que os dias se sucediam todos iguais, passavam o tempo deitados ou sentados, à frente da televisão (a sofrerem tortura psicológica c

Médicos alertam para perda auditiva súbita associada à Covid-19.

  A perda auditiva súbita e permanente, embora rara, pode estar associada à Covid-19 em alguns doentes, alertaram médicos na terça-feira, relatando um “primeiro caso” no Reino Unido. O caso, relatado no jornal científico BMJ Case Reports, pode significar a existência de mais um sintoma causado pelo novo coronavírus, por ser um possível efeito colateral da infeção. “Apesar da considerável literatura sobre a Covid-19 e os vários sintomas associados ao vírus, faltam discussões sobre a relação entre a Covid-19 e a audição”, lamentam estes especialistas. Os médicos defendem a triagem para perda auditiva em ambiente hospitalar, incluindo nos cuidados intensivos, onde esta pode ser facilmente perdida, como forma de permitir um tratamento rápido com esteroides e aumentar as probabilidades de recuperação. Até ao momento, apenas alguns casos associados à Covid-19 foram relatados e ainda nenhum tinha sido associado ao Reino Unido. Os autores da publicação descrevem o caso de um homem de 45 anos,

UNESCO diz que apesar das meninas frequentem mais a escola, a igualdade na educação ainda está longe.

Um relatório da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), hoje divulgado por ocasião do Dia Internacional das Meninas , que se assinala no domingo, indica que mais 180 milhões de meninas se matricularam no ensino primário e secundário desde 1995, quando foi assinada a Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, um compromisso de 189 países para desenvolver os direitos das meninas e das mulheres. No entanto, apesar do aumento da taxa global de matrículas na escola por parte das meninas – de 73% para 89% em todos os níveis de ensino -, as raparigas continuam a ser mais excluídas do que os meninos, situação que a atual pandemia da Covid-19 está a exacerbar, alerta a Unesco. Por isso, a organização apela aos governos que aumentem o esforço de combate à discriminação de género, “para alcançar a igualdade na próxima geração de meninas”, refere no relatório “Uma Nova Geração: 25 anos de esforços para a igualdade de género na educação”. “Todos sabemos que a

Depressão

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  Depressão é uma doença silenciosa e, por vezes, fatal. Os sinais a que deve estar atento Marisa Marques    Psicólogo/a       N.N.      1   out 2020   08:00    Atualidade A depressão é o “trilho” doloroso que induz a um sofrimento intenso, conduzindo em casos extremos ao suicídio. Saiba a que sinais deve estar atento. Um artigo da psicóloga clínica Marisa Marques.  A depressão consiste numa perturbação mental muito comum no ser humano e caracteriza-se por ser uma disfunção emocional persistente que afeta negativamente a forma como a pessoa se sente, pensa e age. Provoca sentimentos de tristeza e/ou perda de interesse nomeadamente nas atividades habituais do quotidiano e diminui de forma significativa a capacidade funcional da pessoa, quer ao nível profissional, quer ao nível social. No contexto atual, a existência da doença COVID-19 constituiu uma ameaça para a saúde ao nível físico e psicológico. De facto, estamos a viver uma situação de instabilidade emocional significativa, em que