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Antiviral acelera eliminação do SARS-CoV-2

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  06/02/2021 Antiviral acelera eliminação do SARS-CoV-2 Fonte:  https://healthnews.pt/2021/02/06/antiviral-acelera-eliminacao-do-sars-cov-2/ .  Um medicamento antiviral ainda em fase experimental pode acelerar a eliminação do novo coronavírus em doentes não hospitalizados, contribuindo para evitar a disseminação da covid-19 na comunidade, concluiu um estudo clínico desenvolvido no Canadá.  A investigação liderada pela University Health Network (UHN), em Toronto, hoje publicada no boletim científico Lancet Respiratory Medicine, chegou à conclusão de que o tratamento com o antiviral peginterferon-lambda permitiu às pessoas infetadas eliminarem o coronavírus SARS-CoV-2 mais rapidamente, apresentando melhores resultados nos doentes que tinham cargas virais mais elevadas. Os casos com maior carga viral estão associados a uma situação potencial de doença mais grave e a um maior risco de transmissão do SARS-CoV-2 a outras pessoas. De acordo com o estudo, os pacientes que receberam uma única i

GSK lidera ranking de Acesso a Medicamentos

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A farmacêutica GSK foi distinguida pelas medidas que implementou para melhorar o acesso a medicamentos em países em desenvolvimento, ocupando o primeiro lugar do ranking de Acesso a Medicamentos de 2021 A CEO da GSK, Emma Walmsley, já se pronunciou sobre o relatório da Access to Medicine Foundation – que classifica as 20 maiores empresas farmacêuticas do mundo, avaliando as ações desenvolvidas em 106 países de médio e baixo rendimento, em relação a 82 doenças, condições e agentes patogénicos – elogiando as suas equipas e sublinhando a importância dos parceiros, assim como de “todos os que trabalham para a saúde global”, cita o comunicado da empresa. A GSK explica que o ranking faz referência, especificamente, ao impacto da sua doação de albendazol, em parceria com a OMS, para controlar a helmintíase transmitida pelo solo (HTS) em crianças em idade escolar, relembrando, de seguida, que esse programa de doações foi alargado até 2025. Para além disso, a empresa comprometeu-se a continuar

ESPERANÇA

 *The Lancet: Eficácia da vacina Sputnik V contra Covid-19 é de 91,6%, diz estudo* Da CNN, em São Paulo (CNN) A vacina Sputnik V mostrou grandes resultados em termos de eficácia, imunogenicidade e segurança contra o novo coronavírus em análise intermediária de um ensaio clínico de Fase 3. A eficácia do imunizante foi de 91,6% em regime de duas doses, de acordo com a revisão do estudo publicada na revista médica The Lancet nesta terça-feira (2).  A análise incluiu dados de 19.866 voluntários, que receberam a primeira e a segunda doses da vacina Sputnik V, ou seu placebo, entre os quais foram confirmados 78 casos de Covid-19... Enviado via AppNews Jovem Pan – A notícia que vai aonde você estiver. Grátis em http://AppNewsDelivery.com.

Novartis também ajudará a Pfizer a produzir vacina

 *Novartis também ajudará a Pfizer a produzir vacina* Por Josi Souza (Farol de Noticias) A farmacêutica suíça Novartis assinou acordo inicial para auxiliar na produção da vacina contra a Covid-19 das concorrentes Pfizer/BioNTech. O anúncio ocorre um dia após a francesa Sanofi fazer o mesmo. A empresa disse nesta sexta-feira (29) que vai usar suas instalações em Stein, na Suíça, e a intenção é iniciar a produção no segundo trimestre ano e a entregar as doses no terceiro trimestre. Ao contrário da Sanofi, que anunciou a fabricação de 125 milhões de doses em sua fábrica em Frankfurt, na Alemanha, a Novartis não informou quantas vacina serão produzidas. Mas a farmacêutica suíça disse também que “está em discussões avançadas com várias outras empresas para assumir atividades de manufatura”, como a produção de mRNA e de matérias-primas para vacinas contra a Covid-19. “Os detalhes serão divulgados assim que as discussões forem concluídas”... Enviado via AppNews Jovem Pan – A notícia que vai a

O VENENO DA SERPENTE

 O VENENO DA SERPENTE Um homem estava acampando numa floresta com sua esposa. A mulher resolveu ficar na cabana, enquanto o homem adentrou na mata visando explorar melhor o local. Era uma selva vasta e densa, com uma flora variada e muitos animais. Em dado momento, o homem já cansado de caminhar, resolveu sentar-se alguns minutos embaixo de uma imensa árvore. De repente, sentiu uma forte picada em sua perna. O homem pulou de susto e viu uma cobra fugindo pelos arbustos. O homem olhou para o local da picada e viu que havia uma mordida profunda em sua pele. Lembrou-se do formato da cobra e percebeu que, de fato, era uma espécie venenosa. O homem ficou preocupado, mas ao mesmo tempo lhe veio uma intensa raiva da serpente. Decidiu que iria procura-la até que a encontrasse, para mata-la, e depois retornaria ao acampamento para tomar o antídoto. Movido por intensa raiva pelo animal que destruiu sua viagem e pôs sua vida em risco, o homem embrenhou-se em mato bravio buscando resquícios da ser

Vacina brasileira via spray nasal deve chegar em 2022, diz Jorge Kalil

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COLCICHINA X COVID-19

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COLCICHINA REDUZ RISCO DE COMPLICAÇÕES POR COVID-19, APONTA ESTUDO. O The Montreal Heart Institute (Instituto de Cardiologia de Montreal), no Canadá, divulgou neste sábado (23) os resultados do teste clínico COLCORONA, que mostraram que o uso do anti-inflamatório   colchicina   reduziu em 21% o risco de morte ou hospitalização em pacientes com covid-19 em comparação aos que tomaram   placebo . Entre os 4.488 pacientes que participaram do estudo realizado no Canadá, Estados Unidos, Europa, América do Sul e África do Sul, 4.159 tiveram o diagnóstico de covid-19 comprovado por um   teste de PCR  nasofaríngeo. Nos infectados pelo novo coronavírus, a colchicina reduziu as hospitalizações em 25%, a necessidade de ventilação mecânica em 50% e as mortes em 44%. De acordo com o The Montreal Heart Institute, esta importante descoberta científica torna a colchicina o primeiro medicamento oral do mundo que pode ser usado para tratar pacientes não hospitalizados com covid-19. “Nossa pesquisa mostra

A vacina salvadora!

 *Fiocruz finaliza análise de segurança e libera doses para distribuição* Por G1 Rio e GloboNews (G1) A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) liberou na tarde deste sábado (23), às 14h18, as doses da vacina Oxford/AstraZeneca para serem entregues ao Ministério da Saúde e, em seguida, distribuídas no Brasil. A carga vinda da Índia passou por um processo de análise de segurança desde a madrugada. O procedimento é uma exigência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O carregamento com dois milhões de doses da vacina, produzidas no Instituto Serum, na Índia, chegou ao Rio por volta das 22h ao Rio de Janeiro, depois que o governo indiano autorizou as exportações comerciais do imunizantes. À noite, após a longa viagem da Índia para o Brasil, as vacinas passaram por uma avaliação de temperatura para verificar se estavam nas condições perfeitas. De manhã, as caixas foram etiquetadas. Cada uma delas tem 50 frascos e 500 doses de vacina. ... Enviado via AppNews Jovem Pan – A notícia que