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Mostrando postagens de Outubro 9, 2020

Investigadores moçambicanos estudam cura para o vírus através de plantas

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  O Instituto Nacional de Saúde (INS) de Moçambique vai investigar plantas nativas com potencial terapêutico para tratar a Covid-19, um projeto da bióloga moçambicana que esta semana recebeu um prémio da UNESCO para mulheres cientistas. “A ideia é comparar o potencial anti-inflamatório das plantas medicinais com o de medicamentos convencionais”, anunciou a bióloga e investigadora Raquel Matavele. A pesquisadora falava na quarta-feira, durante uma conferência de imprensa no INS, na província de Maputo, onde avançou que o prémio de 50 mil dólares (42,5 mil euros), oferecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), vai ser usado na pesquisa. Segundo a cientista, será avaliado o nível de toxicidade e a concentração de substâncias num conjunto de plantas ainda em identificação. “Depois de identificarmos a faixa de concentração que não é tóxica para as células do organismo humano, faremos experiências para avaliar a atividade anti-inflamatória”, acresce

UNESCO diz que apesar das meninas frequentem mais a escola, a igualdade na educação ainda está longe.

Um relatório da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), hoje divulgado por ocasião do Dia Internacional das Meninas , que se assinala no domingo, indica que mais 180 milhões de meninas se matricularam no ensino primário e secundário desde 1995, quando foi assinada a Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, um compromisso de 189 países para desenvolver os direitos das meninas e das mulheres. No entanto, apesar do aumento da taxa global de matrículas na escola por parte das meninas – de 73% para 89% em todos os níveis de ensino -, as raparigas continuam a ser mais excluídas do que os meninos, situação que a atual pandemia da Covid-19 está a exacerbar, alerta a Unesco. Por isso, a organização apela aos governos que aumentem o esforço de combate à discriminação de género, “para alcançar a igualdade na próxima geração de meninas”, refere no relatório “Uma Nova Geração: 25 anos de esforços para a igualdade de género na educação”. “Todos sabemos que a