DISLEXIA X DISLÉXICOS



Segunda a Wikipédia a Dislexia é uma dificuldade na área da leitura, escrita e soletração. A dislexia costuma ser identificada nas salas de aula durante a alfabetização, sendo comum provocar uma defasagem inicial de aprendizado.

Segundo os cientistas existem vários tipos de dislexia: Dislexia Disfonética, Dislexia Diseidética, Dislexia Visual e Dislexia auditiva. 

O tipo de conduta terapêutica depende do tipo de dislexia. Contudo, é consenso entre os profissionais da área, que a pessoa que apresenta este tipo de dificuldade precisa além do apoio terapêutico de uma boa dose de disciplina especialmente nos estudos.

É comum ouvirmos de pais de crianças ou adolescentes com dislexia, que o desgaste causado pelo esforço destas pessoas é muito grande. Certamente este esforço é o resultado da competição a que são submetidos com a justificativa de não ficarem para traz. É fundamental que no final do ano letivo tirem ótimas notas e assim passem de ano.

Embora, seja compreensível a preocupação tanto de pais, quanto dos profissionais envolvidos no acompanhamento do estudante com dislexia, no meu ponto de vista, falta um olhar mais humanizado para o problema. Fala-se muito da dislexia e pouco do disléxico. Preocupa-se com o diagnóstico e com razão, já que é o ponto de partida para a solução do problema. Porém, o principal é o cuidado com a pessoa.

Como psicoterapeuta humanista, atendendo dentro dos preceitos da Abordagem Centrada na Pessoa, teoria humanista desenvolvida pelo psicólogo americano Carl Rogers, minha proposta é que o disléxico seja visto como um ser de potencial como qualquer outra pessoa. Portanto, deve-se aceitá-la incondicionalmente, transmitindo-lhe confiança e respeito e acreditando que ela, apesar das limitações, é capaz de funcionar plenamente. É dentro desta perspectiva que a teoria rogeriana procura dar suporte terapêutico, para as pessoas com dislexia ou qualquer outra dificuldade, em qualquer área, seja ela educacional ou não.

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